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O Desmantelamento da Representação Política Evangélica Nacional

Reforma Política atinge diretamente Parlamentares Evangélicos

A reforma política Proposta pelo governo federal gerou muitas discussões em toda a mídia escrita e falada, onde os “caciques” da política alegando não  existir a fidelidade partidária por parte dos políticos, quiseram reformular todo o sistema eleitoral vigente para implantar uma nova ordem, criando o voto de
lista, voto distrital e a Cláusula de Barreira.

 Entretanto, nem tudo que reluz é ouro, visto com olhos para ver, na verdade, queriam tirar do povo o direito de eleger diretamente os seus representantes e em particular exterminar a  representação parlamentar evangélica, senão vejamos:

A cláusula de barreira era uma exigência da lei eleitoral que estava em vigor
para acabar com os partidos pequenos que não alcançassem um coeficiente de votos mínimos em alguns Estados; O voto distrital era uma idéia de dividir o Estado em regiões e em cada região ser eleito um parlamentar; O voto de Lista era a substituição do voto popular por uma indicação nominal da  Executiva do partido, isto é, não seria eleito o candidato em que o cidadão  votasse, por maior que fosse o seu número de votos, mas seria eleito a pessoa indicada pelo partido em uma lista de fechada.

O deputado Édino Fonseca/RJ  denunciou este verdadeiro golpe contra a representação parlamentar evangélica, pois segundo ele: “..voto de lista, isso é um  escândalo, dar direito a executiva do partido escolher quem estaria nos primeiros lugares da lista na verdade é uma grande manipulação do sistema eleitoral, pois o voto não emanaria do povo, como diz a Constituição Federal, mas sim, do partido; sem falar na “cláusula de barreira” que é uma cópia fiel da China a idéia do partidão de Mao Tsétung, para impedir os pequenos grupos organizados de participarem politicamente de um pleito, pois ficariam somente os grandes, e sendo assim, nenhum grupo evangélico poderia participar, porque as igrejas não se restringem apenas a um lugar no Estado.

Com o voto distrital, os evangélicos seriam prejudicados em razão de estarem dispersados.

Desta forma, se a reforma política fosse aprovada como estava proposta, os evangélicos seriam os principais atingidos, reduzindo drasticamente a representação parlamentar.

Fiquemos atentos e lutemos contra este GOLPE que querem trazer de volta.

Édino  Fonseca